sábado, 28 de agosto de 2010


Key West: última ilha ao sul da Florida, pertencente aos EUA. Com um estilo muito cubano, mas, mentalidade norte-americana.

No próximo post vou mostrar a praia, e sim, eu acertei o caminho!! HAHA

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


Eu sei que o meu time não está naquelas maravilhas, mas é exatamente neste momento que devemos apoiá-lo!
Na loja Bestbuy em Miamii beach, onde os eletrônicos são muito mais baratos. HAHA
Vale a dica ;D

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Como queria escrever esta semana. Minha internet, porém, é muito bacana (adoro gírias antigas) e resolveu, vamos dizer assim, "não encontrar servidor". Há coisa mais irritante? JAMÉ

Enfim, um fato me repulsou brutalmente: uma pessoa que se disponibiliza ficar todo sábado escutando sobre literatura brasileira, SUPOSTAMENTE DEVERIA SABER QUE SERIA UM PORRE! E não ficar reclamando a cada análise psicológica de personagem, dizendo: "eu vou fazer engenharia mesmo, o que eu quero ouvir disso? %$#@*&¨$"

QUE SACO, ENTÃO NÃO VÁ (bem simples).

desculpe meu desabafo medíocrezinho, mas, muito necessário.

Au revoir :)

sábado, 10 de julho de 2010

Para frente Brasil, salve a educação!


Futebol: momento de prazer do ser humano, onde extravasa emoções contidas a respeito de todos acontecimentos sociais e particulares. Quanta felicidade! Em 2010 temos a Copa do Mundo de Futebol, coincidentemente, as eleições presidenciais. Que potência seríamos se toda a força do meio futebolístico, fosse igualmente converitda em prol do povo. O que ninguém vê, é que ambos acontecimentos são estritamente semelhantes.
O futebol movimenta milhões de reais anualmente, patrocinado por fontes privadas, altos salários e independente do resultado, os times e profissionais continuam com seus respectivos pagamentos. Espelhando-se nisso, por outro lado, temos a política: movimenta milhões, salários altos independente de resultados ou não. Ao que parece, o futebol se tornou tão corrompido quanto os meios públicos, sendo uma desculpa para a população.
Isso acontece porque não conseguimos separar o simples lazer do show da bola, das responsabilidades como cidadãos. O momento de assistir uma partida, exige menos criticidade coerente e empenho, do que no momento de impertinência política. Consequentemente, adotado pelos brasileiros, como analgésico para todas efeverscências sociais.
Com um nível de compromentimento e intelecto baixos, é maior a facilidade com que penetra nas camadas mais longíquoas da sociedade. O futebol chega lá, mais rapidamente do que a conscientização do próprio esporte, ou até mesmo, do que a alfabetização.
Não podemos julgar o futebol o único ópio do povo, como se ele fosse optado por autonomia. De certa maneira, é um dos poucos caminhos para a vazão da tensão. Contudo compatriotas, não guardem as bandeiras no final da Copa. Em outubro, devemos usá-las com a mesma voracidade inútil, pedindo mais uma vez por justiça, saúde e educação. Porém, de nada valerá, se o Brasil não for campeão.

Nadja Loch Zandonai

Verão Londrino

Londres dos Beatles, Madame Tusset, mas COM CERTEZA, esta Londres é da soneca relaxante da minha irmã Solana, no Canal da Mancha entre o Reino Unido e a França!